Os membros do Comitê da Bacia Hidrográfica dos rios Piancó-Piranhas-Açu aprovaram nesta sexta-feira (06/05), durante a 25ª Reunião Ordinária, a atualização do Plano de Recursos Hídricos da bacia. O PRH da bacia foi aprovado por unanimidade entre os presentes e, a partir de agora, plano seguirá para o segundo ciclo com novas ações que serão implementadas em toda a bacia até o ano de 2026.

A 25ª Reunião Ordinária do Comitê da Bacia Hidrográfica dos rios Piancó-Piranhas-Açu aconteceu no auditório da Universidade Federal de Campina Grande, em Pombal/PB, e contou com a participação da Agência Nacional de Água, da empresa Profill Engenharia, responsável pela atualização do PRH da bacia, e de representantes do Governo da Paraíba e do Rio Grande do Norte.

“O que o comitê tem agora com a atualização do plano é a programação de atuação para os próximos cinco anos. Não só do comitê, mas como os próprios órgãos gestores de água se programam para fazer a atuação em ações de melhoria, da componente de gestão, que vão determinar quais serão os melhores resultados para os recursos hídricos”, explicou Carlos Bortoli, diretor da empresa Profill Engenharia.

Para o presidente do Comitê, Paulo Varella, a aprovação da atualização do PRH da bacia é um momento histórico. “É um momento histórico e relevante para a bacia. Esse talvez fosse a principal meta desse ciclo que se encerra. A revisão do plano significa que nós estamos planejando o que vamos fazer em curto, médio e longo prazo. Tivemos um ciclo vitorioso e era importante dar continuidade”, destacou.

De acordo com o professor João Batista, membro do comitê, o PRH representa a base da política de Recursos Hídricos. “O plano é a base da política de Recursos Hídricos para desenvolver a gestão e o planejamento hídrico em uma bacia. O nosso comitê tem sido exemplar e há uma confluência de negociações entre os dois estados para fazer uma gestão harmoniosa do PRH da bacia”, ressaltou ele.

A Agência Nacional de Água e Saneamento Básico – ANA entende que o momento é de relembrar tudo que já foi feito e olhar para frente e planejar o que precisa fazer. “Quais são as ações que ainda não foram feitas, o que precisa ser detalhado um pouco mais. Então é hora de olhar para os próximos cinco anos e rever o que é mais importante agora”, finalizou Rosana Evangelista, especialista em Regulação e Recursos Hídricos e Saneamento Básico da Agência Nacional de Águas – ANA.